terça-feira, 31 de outubro de 2017

Clarão - Poema de Miguel Torga





O que isto é, viver!
Abrir os olhos, ver,
E ser o nevoeiro que se vê!
Nevoeiro ao nascer,
Nevoeiro ao morrer,
E um destino na mão que se não lê...

Miguel Torga, in 'Diário (1942)'


5 comentários:

  1. Pequeno,mas imenso em palavras.
    Amei!
    Bjs-Carmen Lúcia.

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  2. Lindíssimo querida amiga, muitos beijinhos felicidades

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  3. Mas o mesmo poeta diz... " a vida que atravessa , a luz termina ,onde outra luz começa "

    Um beijo , Maria de ,
    Maria

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  4. Um pequeno poema... absolutamente extraordinário!... Que resume a vida, de uma forma excepcional... pela forma, como a tentamos ver... para a aperceber...
    Adorei! Beijinhos
    Ana

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.