quinta-feira, 30 de setembro de 2010

18 Sintomas da Idade

Amigos, recebi um email que achei engraçado e por isso quero partilhar com todos os que passem aqui pelo meu cantinho.



"A partir de uma certa idade é provável que surjam alguns destes sintomas ...."


1- DIFICULDADE EM PERDER PESO

O QUE ESTÁ FALTANDO : ácidos graxos essenciais e vitaminas.

ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos.

 2- RETENÇÃO LÍQUIDOS 

O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.

ONDE OBTER: água de côco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes,acelga, coentro e os suplementos.




 3. COMPULSÃO PARA DOCES

O QUE ESTÁ FALTANDO : cromo.

ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre,cenoura +suplementos..




4 . CÃIMBRA, DOR DE CABEÇA

O QUE ESTÁ FALTANDO : potássio e magnésio

ONDE OBTER : banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.







5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL

O QUE ESTÁ FALTANDO : lactobacilos vivos

ONDE OBTER: coalhada, iogurte e similares.






6 – FALTA DE MEMÓRIA

O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol.

ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.






7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)

O QUE ESTÁ FALTANDO : iodo.

ONDE OBTER: algas marinhas





             8. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS

             O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno.

             ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos







9. FRAQUEZA , INDISPOSIÇÃO, MAL HUMOR

O QUE ESTÁ FALTANDO : vitaminas A, C, e E além de ferro.

ONDE OBTER: verduras, frutas, carnes magras e suplementos.





            10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS

            O QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6.

            ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite







11-DESÂNIMO , APATIA , TRISTEZA , RAIVA , INSATISFAÇÃO

O QUE ESTÁ FALTANDO: Dinheiro

ONDE OBTER: Quando eu descobrir te conto.....









segunda-feira, 27 de setembro de 2010

17 Feliz Aniversário Pedrinho

O meu Pedrinho faz hoje, dia 27 de Setembro, 10 aninhos.


É um miúdo com um coração enorme, sempre pronto a dar um carinho quando vê alguém triste. Tem uma sensibilidade que me deixa muitas vezes surpreendida, pois consegue sentir quando um de nós não está bem e está logo pronto para dar um beijinho e um abraço. Esse abraço tão cheio de amor alivia qualquer problema que eu possa ter no momento.

Meu querido, espero que tenhas um dia muito feliz e que Deus ilumine sempre o teu caminho.




Beijinhos de todos nós que te adoramos.


"Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho." (Mahatma Gandhi)

domingo, 26 de setembro de 2010

12 Jardins Japoneses

Um convite à Contemplação, Paz e Espiritualidade
Para a cultura japonesa, o paisagismo é uma das mais elevadas formas de arte, pois consegue expressar a essência da natureza em um limitado espaço, utilizando plantas, pedras e outros objectos, de forma harmoniosa com a paisagem local.




Monocromáticos e assimétricos, geralmente os jardins são organizados com contrastes como liso e áspero, horizontal e vertical, esbelto e volumoso, ou seja, estimulando a mente a encontrar seu próprio caminho à perfeição.


Foto: 1zoom.net


A Arte do paisagismo no Japão é antiga e provavelmente originou-se da China e da Coreia muito antes do século VI. 


Foto: 1ms.net


Nascidos nos templos budistas, os jardins japoneses ocultam em detalhe um duplo sentido. Nada está ali por acaso. Tudo tem a sua razão de ser, voltada quase sempre para a elevação do espírito.

Com seu universo de sensações, cores e texturas, os jardins japoneses foram concebidos, como um instrumento para se atingir a correcta percepção da realidade. 


Foto: hqwallbase.com


Uma ponte (Taiko Bashi ) ou um caminho dentro de um jardim, representa uma evolução para um nível superior em termos de amadurecimento, engrandecimento e auto-conhecimento, enquanto a flexibilidade do bambu, conduz a capacidade de adaptação e mudança.


Foto: 1ms.net


Ao contrário dos jardins ocidentais que são feitos para caminhar, os japoneses são feitos para serem admirados, contemplados.

A água é um elemento fundamental. Além de representar e conferir a vida, a água espelha a imagem e induz o homem a enxergar a si mesmo.


Foto: 1zoom.net

Os jardins japoneses criam paisagens que se assemelham à natureza com a colocação cuidadosa das árvores, dos arbustos, das rochas, da areia, de montes artificiais, de lagoas e de água.


Foto: 1zoom.net


Efeitos estéticos repletos de significados, num lugar onde reinam a paz e a harmonia, integrando o homem no universo através das formas da natureza.


Foto: http://www.wallcoo.net


Os Jardins do Paraíso são uma das muitas variedades de jardins japoneses, com lindos pavilhões e lagos cheios de flores de lótus.


Foto: 1zoom.net


A Flor de  lotus é bonita, vistosa, cheirosa. Encanta. É considerada sagrada por toda a Ásia.  É símbolo da renovação, da evolução espiritual.


Foto: Net

O típico jardim do paraíso possui uma ilha no meio de um lago para representar a salvação futura e uma ponte arqueada conectando a ilha com o resto do jardim para representar o caminho que se deve percorrer para alcançar essa salvação.


Foto: www.freewalppaper.net


Os jardins de passeio com lago do Japão possuem um lago ornamental como parte central e um caminho que meandra a periferia do jardim. O caminho pode-se ramificar em muitos lugares para dar acesso aos locais de contemplação. Esses caminhos alternativos podem levar a uma paisagem verdejante ou à beira do lago e as suas existências permitem que você tenha algum controle sobre a sua experiência.


Foto: 1zoom.net


As pedras têm grande importância nos jardins japoneses. Os formatos mais comuns são os arredondados, sugerindo a acção de desgaste pelo tempo.


 Foto: www.hdwallpapers.in

Foto: 1ms.net


As pedras das cascatas: o centro do jardim. A pedra colocada na posição vertical representa a figura do pai, e a da horizontal, a mãe, dela brotando a água. As outras pedras, simbolizando os descendentes, são distribuídas em torno do lago e entremeadas pela vegetação.

Dispostas de forma casual, formando caminhos sinuosos de pedras ou cascalho, permitem que percorramos o jardim, desfrutando de sua beleza e descobrindo novos ângulos a cada passo, alongando a caminhada, possibilitando mais tempo à contemplação.


Foto: wikipedia_snty-tact (Talk)


O zen e as tradições xintoístas influenciaram extremamente o japonês que jardina. Muitos dos mais famosos jardins japoneses do Ocidente, e também no próprio Japão, são os jardins Zen.Os jardins zens ou jardins de pedra fazem um total contraste à profusão de verde dos jardins naturais e à abundância de água dos jardins de passeio com lago. 


 Foto: 1ms.net


Os jardins de pedra possuem pouca vegetação, com pinheiros negros que servem como fundo. A ondulação do mar é feita com uma grande extensão de areia ou finos pedregulhos rastelados. O mar é rastelado nas beiradas para imitar o padrão das ondas na faixa de areia. Para acrescentar a aparência de um mar vasto, os jardins zens ou jardins de pedra possuem "faixas de areia" de pedras e seixos, assim como "ilhas" de vegetação. os bancos são colocados em pontos particulares para a contemplação e o descanso.


Foto: Net


Plenos de mensagens, os jardins japoneses expressam a eterna busca da perenidade, convidam à reflexão e estimulam a espiritualidade. Um elemento fundamental no jardim japonês, é o lago e as carpas: água é vida, daí a importâcia do lago. Nele, vivem as carpas, símbolo de fertilidade e prosperidade. 


Foto: 1zoom.net


As lanternas de pedra, chamadas tooro, são usadas como símbolo de tradição cultural e como elemento decorativo. Elas induzem à concentração, ajudando a clarear a mente, adicionando o místico, a tradição e a espiritualidade. A colocação deve obedecer à disposição triangular, formando os pontos chin (mestre), soe (terra) e tal (céu), representando a trindade.


 Foto: http://hqwallbase.com

São locais onde reina a harmonia e quem entra nesta atmosfera tem a nítida impressão de estar num templo de meditação.


Foto: Net

A espiritualidade está por toda parte e os seus elementos indispensáveis que representam a vida, proporcionam sensações de paz e tranquilidade.

Fontes: http://www.jardineiro.net/; http://casa.hsw.uol.com.br/; http://www.casaecia.arq.br/; http://www.paisagismobrasil.com.br/; http://www.japanesegarden.com/; hqwallbase.com; 1zoom.net; 1ms.net; http://www.thejapanesegarden.com/; http://www.wallcoo.net; outros


Foto: hqwallbase.com

Nestes jardins o clima místico, de serenidade, harmonia e profundidade de espírito contagia a alma de quem o visita.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

15 Junquilhos - Poema de Florbela Espanca


Nessa tarde mimosa de saudade
Em que eu te vi partir, ó meu amor,
Levaste-me a minh’alma apaixonada
Nas olhas perfumadas duma flor.

E como a alma, dessa florzita,
Que é a minha, por ti palpita amante!
Oh alma doce, pequenina e branca,
Conserva o teu perfume estonteante!

Quando fores velha, emurchecida e triste,
Recorda ao meu amor, com teu perfume
A paixão que deixou e qu’inda existe…

Ai, dize-lhe que se lembre dessa tarde,
Que venha aquecer-se ao brando lume
Dos meus olhos que morrem de saudade!


Florbela Espanca


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

9 Centro Histórico do Porto - Património da Humanidade

O nosso país tem belíssimos monumentos, cidades maravilhosas e paisagens sublimes que merecem ser visitadas e admiradas, mas como nem sempre é possível viajar, pelo menos podemos apreciar em fotografia, alguns desses locais espectaculares e que foram considerados pela "Unesco" como “Património da Humanidade”.

Património português classificado pela UNESCO como Património da Humanidade:

Hoje vou apresentar: o Centro histórico do Porto, classificado como “Património da Humanidade” em 1996.

Foto: http://www.1zoom.net

O Centro Histórico situa-se entre as colinas da Sé e a da Vitória, e os vales do Rio da Vila e o das Virtudes. Corresponde ao tecido urbano marcado pelas origens medievais da cidade e caracteriza-se por um grande conjunto de ruas típicas às quais se juntam edifícios do Renascimento e do Barroco e mais recentemente a construção de praças.

A envolver a área classificada foi ainda definida uma área de protecção que inclui:
A Avenida dos Aliados, em que muitos dos seus edifícios são em granito e coroados de lanternins, cúpulas e coruchéus e quarteirões envolventes até às Praças da Trindade, de D. João I, D. Filipa de Lencastre, Gomes Teixeira e Carlos Alberto, o Jardim do Carregal , construido em 1897, pelo jardineiro paisagista Jerónimo Monteiro da Costa.

Foto: wikipedia_Manuel de Sousa

O Hospital de Santo António; a zona da Alfândega Nova e o vale das Virtudes; as encostas das Fontainhas e dos Guindais; uma faixa a nascente da antiga linha da muralha medieval nas imediações da Praça da Batalha e toda a zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, onde se encontram as caves de Vinho do Porto.


* Foto: Net

De entre os monumentos integrados na área classificada como Património Cultural da Humanidade, encontram-se:

A Igreja dos Clérigos é um edifício barroco projectado pelo arquitecto Nasoni. A história da Igreja dos Clérigos, remonta à Irmandade dos Clérigos, que se havia instituído no Porto. A Irmandade resultou da fusão de três instituições de beneficência criadas na cidade durante o século XVII, com a finalidade de socorrer clérigos em dificuldades. Eram elas a Confraria dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia, fundada em 1630; a Irmandade de S. Filipe de Nery, fundada em 1665; e por último, a Confraria dos Clérigos de S. Pedro. A primeira pedra da igreja é lançada no dia 23 de Junho de 1732, justamente na presença do arquitecto Nicolau Nasoni, tocando todos os sinos dos diferentes templos da cidade ao mesmo tempo para comemorar esse facto. A 28 de Julho de 1748, mesmo sem que o edifício estivesse totalmente terminado, a igreja seria aberta ao culto. Só dois anos depois é que a fachada principal estaria pronta. A escadaria que antecede a igreja foi principiada em 1750 e as suas obras demorariam cerca de 4 anos.

Foto: wikipedia_Lacobrigo

A Torre Clérigos um dos ex libris da cidade, faz parte da igreja com o mesmo nome, construída entre 1754 e 1763, a partir de um projecto de Nicolau Nasoni. Foi mandada erigir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sernache, a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres. Foi iniciada em 1754, tendo em conta o aproveito do terreno que sobrara para a instalação da enfermaria dos Clérigos. A torre é decorada segundo o gosto barroco, com esculturas de santos, fogaréus, cornijas bem acentuadas e balaustradas. Tem seis andares e 75 metros de altura, que se sobem por uma escada em espiral com 225 degraus.

Foto: Wikipedia_João Miranda

Muralhas Fernandinas é o nome pela qual ficou conhecida a cintura medieval de muralhas do Porto, da qual somente pequenas partes sobreviveram até aos nossos dias. Em meados desse século, ainda no tempo de D. Afonso IV, começou a ser construída uma nova cintura de muralhas que ficou praticamente concluída por volta de 1370.

Foto: wikipedia_Manuel de Sousa

O facto da obra só ter sido concluída no reinado de D. Fernando, explica o facto dela ser correntemente designada por "Muralha Fernandina". Passada a sua importância militar, as muralhas começaram a ser progressivamente demolidas a partir da segunda metade do século XVIII para dar lugar a novos arruamentos, praças e edifícios. A maioria da muralha foi demolida já em finais do século XIX.

A Igreja da Misericórdia do Porto A igreja foi edificada na segunda metade do século XVI, mas sofreu grandes alterações em meados do século XVIII. A frontaria foi então reconstruída segundo desenho de Nicolau Nasoni. Profusamente decorada, denota já a influência do rocócó. No interior, salienta-se a capela-mor, ainda do primitivo edifício quinhentista. Pode também apreciar-se, na sacristia, o revestimento a azulejo do século XVII.

 A Igreja de Santa Clara é um templo católico localizado na freguesia da Sé. No seu interior encontra um dos melhores exemplares da arte da talha dourada do Barroco Joanino. A construção da Igreja e Convento feminino de Santa Clara data da primeira metade do século XV. Na época moderna sofreu alterações, sendo construído o portal renascentista. Já no século XVIII, a fachada foi novamente alterada. O seu interior foi revestido a talha dourada na mesma época, e é considerado um dos melhores trabalhos dos entalhadores da escola portuense.

Catedral (Sé) da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico, é um dos seus principais e mais antigos monumentos. Construída no séc. XII, em estilo românico, foi sofrendo alterações ao longo do tempo, especialmente no período gótico e no séc. XVIII. As maiores obras de transformação, foram efectuadas no período de 1717 a 1736. O seu interior está inteiramente forrado a talha dourada, uma dádiva da época barroca, responsável também pelo coroamento das torres, uma das característica mais conhecidas deste edifício.

O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, iniciou-se em 1842, em virtude do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou temporariamente os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre. O seu projecto é da autoria do arquitecto Joaquim da Costa Lima. Com uma mistura de estilos arquitectónicos o edifício apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista, arquitectura toscana, assim como o neopaladiano inglês.

Foto: wikipedia_Zelwy 

O Monumento a D. Pedro IV situa-se na Praça da Liberdade, É uma estátua equestre da autoria do escultor Célestin Anatole Calmels. A primeira pedra foi posta em 9 de Julho de 1862. Foi inaugurado em 19 de Outubro de 1866. Tem 10 metros de altura e cinco toneladas de bronze. A estátua de bronze apresenta D. Pedro IV vestido com a farda de caçadores 5 e sobre ela uma placa (espécie de sobrecasaca) que era o seu traje habitual; na mão direita segura a Carta Constitucional de 1826 e na esquerda as rédeas do cavalo.

Estação de São Bento é um edifício construído no início do século XX, no local onde existia o Convento de São Bento de Avé-Maria, edificado no período manuelino. O projecto da estação é da autoria do arquitecto Marques da Silva. O amplo vestíbulo da gare foi totalmente revestido com excelentes painéis de azulejo do pintor Jorge Colaço, colocados em 1916. Ilustram a história dos transportes, aspectos etnográficos e acontecimentos célebres da história portuguesa.

Foto: wikipedia_JoseOlgon

A Praça da Ribeira é um largo histórico, localizado numa das zonas mais antigas e típicas da cidade do Porto. Considerada uma das mais antigas praças da cidade, a Praça e o Cais da Ribeira já eram mencionados em cartas régias de 1389. A Praça tem origem num antigo mercado medieval. Foi transformada no século XVIII, por iniciativa de João de Almada e Melo e com o apoio do cônsul inglês John Whitehead. Em 1821, foi demolido o pano da muralha fernandina que limitava a praça a Sul. Na década de 1980 foram feitas intervenções arqueológicas no local pondo a descoberto, no centro da praça, um chafariz do século XVII. A 24 de Junho de 2000 foi inaugurada, no nicho da Fonte da Praça da Ribeira, uma estátua de São João Baptista, da autoria do escultor João Cutileiro. A Praça da Ribeira é um lugar de visita indispensável a quem passa pela cidade, dispondo de muitos espaços de animação nocturna.

A Ponte Luís I é uma ponte construída com estrutura metálica, entre os anos 1880 e 1887, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal. Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local, e, foi realizada mediante o projecto do Engenheiro belga Teófilo Seyrig, também autor da Ponte Dona Maria. A ponte foi inaugurada em 1887.

Foto: wikipedia_Małgorzata Kaczor

O Chafariz da Rua escura, foi construído no século XVII na Rua Escura, foi transferido em 1940 para o local onde actualmente se encontra. É composto por um tanque e um pano de fundo em que sobressai um pelicano ladeado por duas figuras femininas. O conjunto é encimado pelas armas reais portuguesas.

O Teatro Nacional São João localiza-se na Praça da Batalha, no centro histórico. O edifício primitivo foi construído no fim do século XVIII, por iniciativa de Francisco de Almada e Mendonça e segundo risco do arquitecto italiano Vicente Mazoneschi. Ardeu em 1908, sendo reconstruído três anos mais tarde. O novo teatro foi projectado pelo arquitecto Marques da Silva, introduzindo alguns aspectos inovadores na arquitectura portuense. Pela primeira vez, foi usado o cimento na sua cor natural, no revestimento exterior.

Fontes e Fotos : http://pt.wikipedia.org/; http://www.igespar.pt/; http://www.portoturismo.pt/;http://olhares.aeiou.pt/; www.bestguide.pt ; Várias net

* Fotos: Net
As fotografias sem indicação dos autores é porque não os consegui identificar. Se forem suas, por favor queiram contactar-me que colocarei imediatamente o seu nome, ou retiro-as se for esse o seu desejo. Não é de maneira nenhuma minha intenção quebrar direitos de autor.


O Centro Histórico do Porto encerra uma riqueza monumental e paisagística incrível.

Foto: wikipedia_Alegna13

"Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro." (Albert Camus)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

7 Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer

Hoje Dia 21 de Setembro é o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer. É uma doença terrível para quem a tem, mas também, para os familiares que acompanham esses doentes. Infelizmente o meu pai tem a doença com Alzheirmer, como já outras vezes aqui referi. Faz doer o coração pensar como ele era e como ele está, e ver todo o desgaste fisíco e psicológico que a minha mãe tem para poder acompanhá-lo, 24 horas por dia.


Deixo aqui mais algumas informações sobre a doença
A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras).
Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades da vida diária.

Os sintomas iniciais da Doença de Alzheimer incluem perda de memória, desorientação espacial e temporal, confusão e problemas de raciocínio e pensamento. Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.

Causas:

Foram identificados alguns factores de risco que elevam a possibilidade de vir a sofrer-se da doença, tais como:

- Tensão arterial alta, colesterol e homocisteína elevada;
- Baixos níveis de estímulo intelectual, actividade social e exercício físico;
- Obesidade e diabetes;
- Graves ou repetidas lesões cerebrais.

Cerca de 1 em cada 20 pessoas acima dos 65 anos e 1 em cada 5 pessoas acima dos 80 anos sofrem de demência, sendo a Doença de Alzheimer responsável por cerca de metade destes casos.

A idade continua a constituir o maior factor de risco para a Doença de Alzheimer, muito embora não seja causadora da doença.

A Doença de Alzheimer é hereditária?
Não existe um gene específico responsável por todos os casos da doença de Alzheimer.
Todos podemos, a determinado momento, desenvolver a doença.
Num muito reduzido número de famílias, a doença de Alzheimer é causada por um problema genético e hereditário, conhecido como a doença de Alzheimer familiar.
Neste tipo de famílias, a doença desenvolve-se, normalmente, entre os 35 e os 60 anos.

Diagnóstico
Os sintomas da doença de Alzheimer são frequentemente confundidos com sinais normais de envelhecimento.
Não existe um único teste capaz de, por si só, diagnosticar definitivamente a Doença de Alzheimer. O diagnóstico deve ser realizado pelo médico especialista (Neurologista ou Psiquiatra), através dum processo de exclusão de outras causas que possam ser responsáveis pelos sinais e sintomas apresentados.
O diagnóstico precoce possibilita à pessoa com demência e aos seus familiares, organizarem e planearem a sua vida e tomarem parte nas decisões que respeitam ao seu futuro.
Possibilita igualmente, uma intervenção farmacológica e não-farmacológica mais eficaz no alívio dos sintomas e na preservação das capacidades, com ganhos efectivos na sua qualidade de vida.


Sinais de Alerta
No começo, são os pequenos esquecimentos, normalmente aceites pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente.

As pessoas com doença de Alzheimer tornam-se confusas e por vezes agressivas, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmas quando colocadas frente a um espelho. À medida que a doença evolui, tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros. Iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as actividades elementares do quotidiano como alimentação, higiene, vestuário, etc..

Para ajudar a determinar quais os sinais de aviso a procurar, a Associação de Alzheimer elaborou a seguinte lista de controlo dos sintomas comuns da doença (alguns deles podem ser aplicados a outras formas de demência).

• Perda de memória
É normal esquecer ocasionalmente reuniões, nomes de colegas de trabalho, números de telefone de amigos, e lembrar-se deles mais tarde. Uma pessoa com a Doença de Alzheimer esquece-se das coisas com mais frequência, mas não se lembra delas mais tarde, em especial dos acontecimentos mais recentes.

• Dificuldade em executar as tarefas domésticas
As pessoas muito ocupadas podem temporariamente ficar tão distraídas que chegam a deixar as batatas no forno e só se lembrarem de as servir no final da refeição. A pessoa com doença de Alzheimer pode ser incapaz de preparar qualquer parte de uma refeição, ou esquecer-se de que já comeu.

• Problemas de linguagem
Toda a gente tem por vezes dificuldade em encontrar a palavra certa. Porém, uma pessoa com doença de Alzheimer pode esquecer mesmo as palavras mais simples ou substituí-las por palavras desajustadas, tornando as suas frases de difícil compreensão.

• Perda da noção do tempo e desorientação
É normal perdermos – por um breve instante – a noção do dia da semana ou esquecermos o sítio para onde vamos. Porém, uma pessoa com a Doença de Alzheimer pode perder-se na sua própria rua, ignorando como foi dar ali ou como voltar para casa.

Discernimento fraco ou diminuído
As pessoas podem por vezes não ir logo ao médico quando têm uma infecção, embora acabem por procurar cuidados médicos. Uma pessoa com doença de Alzheimer poderá não reconhecer uma infecção como algo problemático, e não ir mesmo ao médico, ou então vestir-se desadequadamente, usando roupa quente num dia de Verão.

• Problemas relacionados com o pensamento abstracto
Por vezes, as pessoas podem achar que é difícil fazer as contas dos gastos, mas alguém com a doença de Alzheimer pode esquecer completamente o que são os números e o que tem de ser feito com eles. Festejar um aniversário é algo que muitas pessoas fazem, mas a pessoa com doença de Alzheimer pode não compreender sequer o que é um aniversário.

• Trocar o lugar das coisas
Qualquer pessoa pode não arrumar correctamente a carteira ou as chaves. Uma pessoa com doença de Alzheimer pode pôr as coisas num lugar desajustado: um ferro de engomar no frigorífico ou um relógio de pulso no açucareiro.

•Alterações de humor ou comportamento
Toda a gente fica triste ou mal-humorada de vez em quando. Alguém com a Doença de Alzheimer pode apresentar súbitas alterações de humor – da serenidade ao choro ou à angústia – sem que haja qualquer razão para tal facto.

• Alterações na personalidade
A personalidade das pessoas pode variar um pouco com a idade. Porém, uma pessoa com doença de Alzheimer pode mudar totalmente, tornando-se extremamente confuso, desconfiado ou calado. As alterações podem incluir também apatia, medo ou um comportamento inadequado.

• Perda de iniciativa
É normal ficar cansado com o trabalho doméstico, as actividades profissionais do dia a dia, ou as obrigações sociais; porém, a maioria das pessoas recupera a capacidade de iniciativa. Uma pessoa com doença de Alzheimer pode tornar-se muito passiva, e necessitar de estímulos e incitamento para participar.

Para saber mais sobre esta doença, consulte o site da Associação de Alzheimer  (Fonte destas informações).