27/05/2022

Como são breves as nossas pegadas na areia do tempo






Caminho eternamente por essas praias, entre a areia e espuma. A maré alta apagará as minha pegadas e o vento soprará a espuma. Porém o mar e a praia permanecerão eternamente.


Khalil Gibran 



Ler o post completo

24/05/2022

Olhares de PENICHE




Olhares de um dos meus pequenos, mas muito agradáveis passeios de fim de semana.
  
        Divagando por:

Peniche





O nosso passeio começou pelo ponto mais extremo da península de Peniche, o Cabo Carvoeiro, que é o cabo mais ocidental da costa continental portuguesa a norte do Cabo da Roca. 

Na zona envolvente observamos uma grande variedade de falésias calcárias e interessantes campos de rochas (lapiás). 

A paisagem que se avista é deslumbrante, tendo como cenário de fundo o grandioso oceano Atlântico e nele, a oeste, podemos ver o pequeno arquipélago das Berlengas.




Perto ao cabo, encontra-se a Nau dos Corvos, um enorme rochedo cuja forma faz lembrar uma grande nau. É frequentada normalmente por corvos-marinhos-de-crista (embora longe, através da nossa maquina fotográfica, ainda deu para os observarmos).





Em 1790 entrou em funcionamento o farol do Cabo Carvoeiro, um dos mais antigos da costa portuguesa. Situa-se a uma altitude de 57 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 27 metros.




E como habitualmente nos meus passeios, sempre que é possível, eu vou capturando olhares da natureza ao redor.





Pequena paragem no Miradouro da Cova de Dominique, para apreciar a paisagem.




Estacionamos junto ao Forte de Peniche. Esta fortaleza ficou concluída em meados do século XVII.  Entre 1934 e 1974 foi transformada em prisão política. Atualmente abriga o Museu da Resistência e da Liberdade.




Peniche é a cidade mais ocidental da Europa Continental, estando implantada numa península com cerca de 10 km de perímetro.




Almoçamos um delicioso peixe bem fresco, num dos muitos restaurantes que ficam junto à Marina. Foi um dia fantástico!




Fontes explicativas: Wikipédia; https://turismodocentro.pt/; http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Fotos: Pessoais




Ler o post completo

22/05/2022

Poema Renúncia de Cecília Meireles




Rama das minhas árvores altas,
deixa ir a flor! que o tempo, ao desprendê-la,
roda-a no molde de noites e de albas
onde gira e suspira cada estrela.

Deixa ir a flor! deixa-a ser asa, espaço,
ritmo, desenho, música absoluta,
dando e recuperando o corpo esparso
que, indo e vindo, se observa, e ordena, e escuta.

Falo-te, por saber o que é perder-se.
Conheço o coração da primavera.
e o dom secreto do seu sangue verde,
que num breve perfume existe e espera.

Verti para infinitos desamparos
tudo que tive no meu pensamento.
Era a flor dos instantes amargos.
Por onde anda? No abismo. Dada ao vento...


Cecília Meireles
In Viagem, 1938



Ler o post completo

19/05/2022

Borragem (Borago officinalis) - Olhares de 2022




Dos meus passeios deixo hoje mais alguns olhares sobre a linda planta silvestre

Borragem (Borago officinalis)







Poderá saber mais sobre esta interessante Planta Silvestre visitando o meu post "Flores Silvestres - Borragem - Borage (Borago officinalis)"


Ler o post completo

17/05/2022

Pausa - Poema de Mário Quintana






Oh! todo o sossego e lucidez das madrugadas,
quando o último grilo já parou seu canto e ainda
não se ouviu o canto do primeiro pássaro…


Mário Quintana
Caderno H





Ler o post completo

14/05/2022

Fim de semana na aldeia dos meus avós - Alentejo




No fim de semana passado, fomos até à nossa casa da aldeia. Era dos meus avós e embora seja uma casinha pequena tem um pátio muito agradável. Costumamos lá ir no 1º e no último trimestre do ano, pois é quando o tempo está mais fresco. Não vamos lá mais vezes, pois é longe da nossa residência e durante o Verão as temperaturas são demasiado altas.
 

Divagando pela aldeia dos meus avós no Alentejo







Fiquei muito contente por ver os meus canteiros tão floridos em tons de rosa. O calor ali é muito intenso mesmo nesta altura do ano e algumas plantas acabam por morrer, vão resistindo as roseiras, a buganvília e as canas da índia, bem como a videira.




É super agradável poder descansar no quintal e ouvir apenas os passarinhos.





O Cuki também foi e adorava estar deitado ao sol, ficámos admirados pois estava mesmo muito quente (cerca de 34º centígrados), quando já estava satisfeito de calor, voltava então para a sombra.




No final do dia adorei observar o céu e à noitinha admirar a lua.





Este ano quer os campos, quer os canteiros da aldeia estavam mais floridos e é claro que eu tirei um mundo de fotografias, aqui ficou apenas uma pequena colagem.




Num dos nossos passeios pela aldeia, fiz esta descoberta no cimo de uma árvore ...




E finalmente, deixando o olhar divagar pela tranquilidade dos campos do Alentejo.





Foi um fim de semana de bastante trabalho físico, mas de grande descanso mental, adorei como sempre!


Ler o post completo

13/05/2022

As Lágrimas - Pensamentos






“As lágrimas são o estado líquido de uma mágoa, o escorrer visível de uma dor.”


João Morgado




Ler o post completo

11/05/2022

Divagando na Primavera pelo Parque das Nações




Divagando novamente o olhar pelo ...


Parque das Nações 










As flores, dão alegria e cor a todos os recantos em que se encontrem.

Ler o post completo

10/05/2022

Ser Sensível





"Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ver além dos olhos, de ouvir além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio, tão clara, no próprio coração. Essa sensação, às vezes, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói ser ferido. Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia."


Ana Jácomo



Ler o post completo

07/05/2022

JOANINHAS dos meus passeios




Dos meus passeios habituais ficam hoje alguns olhares sobre as ...

Joaninhas




As Joaninhas são insetos pequenos, coloridos e muito apreciados pela sua beleza e também por desempenharem um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas.




Pertence à família das Coccinellidae e à ordem Coleoptera. O nome científico desta espécie, Coccinela, provém do étimo latino coccĭnus, que significa "escarlate", em alusão à coloração vermelha-viva de muitas das espécies desta família.





Os coccinelídeos possuem um corpo geralmente arredondado ou semiesférico, medem entre 6 mm a 8 mm de comprimento, têm cabeça pequena e antenas curtas, 6 patas e asas membranosas bem desenvolvidas e protegidas por uma carapaça quitinosa (chamada élitro), que geralmente apresenta cores vistosas (vermelho, verde, amarelo, entre outras cores). É um insecto diurno e costuma hibernar no inverno.




São organismos dioicos, ou seja, existem fêmeas e machos, que são morfologicamente diferentes. A fecundação é interna e pode ocorrer diversas vezes ao ano, sendo que em cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 150 a mais de 200 ovos por postura. Os ovos são amarelos e são colocados em pequenos grupos, em plantas onde existam afídeos (pulgões das plantas), pois será esse o alimento das larvas e dos adultos de joaninha. O ciclo de vida das joaninhas depende muito de cada espécie e da sua dieta.




A maioria das joaninhas são excelentes predadores, alimentando-se de ovos e larvas de outros insetos e influindo de forma direta no ecossistema. Nalgumas culturas agrícolas, desempenham um papel regulador e participam no controle biológico, proporcionando proteção à diversidade botânica e contribuindo também para a fertilidade do solo.





Texto explicativo: Wikipédia
Fotos: Pessoais

Ler o post completo
Topo