22/01/2026

0 Que bela seria a vida - Poema de Dorothy Jansson Moretti





Que bela seria a vida
se, acima de ódios mortais,
uma ponte fosse erguida
unindo margens rivais!


Dorothy Jansson Moretti



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19/01/2026

21 Lilás - Um convite à Serenidade e Imaginação - Imagens de IA




Entre o azul da calma e o vermelho da força, nasce o tom lilás que carrega em si a doçura da transição e a profundidade dos sentimentos silenciosos.


O Mistério Suave do Lilás em imagens de IA





Olhar para o lilás é mergulhar numa sensação de paz que não é ausência de emoção, mas sim maturidade do sentir. É uma cor que fala de espiritualidade sem fanatismos, de delicadeza sem fraqueza, de beleza sem excessos. Ela convida a desacelerar, a ouvir o que dentro de nós pede cuidado, escuta e renovação.






O lilás é associado a mudanças sutis, à busca por sabedoria interior e ao florescer discreto das novas fases da vida. Como o perfume de uma flor que chega antes da própria visão dela, o lilás sugere mais do que revela.






Viver com a alma lilás é aceitar o meio-termo, os silêncios férteis, as emoções que não precisam ser gritadas para serem intensas. É escolher o caminho da ternura sem abrir mão da profundidade.







Em tempos de tanto ruído e pressa, talvez o lilás seja, mais do que uma cor, um convite: desacelera, respira, sente. Há beleza no que é suave. Há força na delicadeza.




Imagens criadas em IA (Inteligência artificial)


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16/01/2026

11 Sem Tempo - Poema de Maria de Santa Isabel





Rir, porquê?
Abriram as roseiras
e desfolharam na distância que vivi
intensa realidade!
Olhos pisados de lilases roxos
afundam na penumbra
pálpebras mortas
sem tempo de as fechar!

Cravos a rir de mim
onde a boca mordeu, em sangue, a luz!
Cantar, porquê?
se grita a fonte a música da sede
que não mata
o cântico dos longes…

Abrem magnólias puras no meu peito
em flores tão de cera que adormecem
cobertas de abandono,
beijadas pela noite…

Chorar, porquê?!
- Nem para tanto sobra o tempo de morrer!


Maria de Santa Isabel




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13/01/2026

23 Natal 🎄 2025 em Copenhaga (Dinamarca)




Como já tem sido habitual, desde que o meu filho Pedro foi viver para Copenhaga, eu e o meu marido, vamos até lá passar o Natal com ele. É uma cidade incrível, afável, simpática onde nos sentimos muito bem. Ficamos sempre no mesmo hotel o "Scandic Palace Hotel" na Rådhuspladsen, fica super bem localizado, os quartos são acolhedores e tem um bom pequeno almoço. Hoje deixo alguns olhares que fui capturando durante a nossa estadia.


Olhares da cidade





No dia dos meu anos (23 de Dezembro), costumamos ir passear e jantar no incrível Tivoli Gardens, um parque com imensas diversões, excelentes restaurantes, mercados de Natal e amplos espaços para passear e descansar, é um local imperdível.





Este ano fomos conhecer 2 parques novos: Fredericksberg e Jægersborg Deer Park

Fredericksberg Have

A poucos minutos de metro do nosso hotel, Fredericksberg, é um jardim encantador criado no século XVIII em estilo romântico inglês. O parque envolve o Palácio de Frederiksberg no topo de uma colina e faz fronteira com o Jardim Zoológico de Copenhaga. Embora não tivesse nevado, estava tanta geada que a relva estava branca e as folhas das árvore caídas com flocos de gelo.




Jægersborg Deer Park

O Jægersborg Dyrehave (comumente conhecido como Dyrehave ou Parque de Klampenborg) fica localizado um pouco mais longe, a cerca de 11 km ao norte da cidade. É um vasto parque florestal perto da pequena localidade de Klampenborg. Combina bosques antigos, campinas abertas e populações de veados vermelhos que circulam livremente. No alto de uma colina, no centro do parque, encontra-se o pavilhão de caça real do século XVIII.




Kastellet

Fomos visitar novamente Kastellet, uma das fortalezas em forma de estrela mais bem preservadas do norte da Europa. Continua a ser uma base militar sendo também um parque público. No seu interior existem relvados, edifícios militares, fossos com água e um moinho de vento tradicional. É sempre um passeio super agradável.





Olhares pessoais - Nós e uma amiga que há muitos anos não via, que vive também na Dinamarca, tendo sido possível este ano, nos encontrarmos e irmos beber um cafézinho.




Jantar e Almoço de Natal na casa do Pedro. O jantar foi uma refeição tipicamente portuguesa - bacalhau com grelos, ovo e batatas, mas no forno. O almoço foi um prato tradicional dinamarquês, o flæskesteg, carne de porco assada com pele crocante, servida com batatas, chucrute e molho.




Não podiam faltar alguns olhares sobre a Natureza




Decorações de Natal




A magia das LUZES da noite





Foram uns dias SUPER fantásticos ❤️



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