24/05/2022

22 Olhares de PENICHE




Olhares de um dos meus pequenos, mas muito agradáveis passeios de fim de semana.
  
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Peniche





O nosso passeio começou pelo ponto mais extremo da península de Peniche, o Cabo Carvoeiro, que é o cabo mais ocidental da costa continental portuguesa a norte do Cabo da Roca. 

Na zona envolvente observamos uma grande variedade de falésias calcárias e interessantes campos de rochas (lapiás). 

A paisagem que se avista é deslumbrante, tendo como cenário de fundo o grandioso oceano Atlântico e nele, a oeste, podemos ver o pequeno arquipélago das Berlengas.




Perto ao cabo, encontra-se a Nau dos Corvos, um enorme rochedo cuja forma faz lembrar uma grande nau. É frequentada normalmente por corvos-marinhos-de-crista (embora longe, através da nossa maquina fotográfica, ainda deu para os observarmos).





Em 1790 entrou em funcionamento o farol do Cabo Carvoeiro, um dos mais antigos da costa portuguesa. Situa-se a uma altitude de 57 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 27 metros.




E como habitualmente nos meus passeios, sempre que é possível, eu vou capturando olhares da natureza ao redor.





Pequena paragem no Miradouro da Cova de Dominique, para apreciar a paisagem.




Estacionamos junto ao Forte de Peniche. Esta fortaleza ficou concluída em meados do século XVII.  Entre 1934 e 1974 foi transformada em prisão política. Atualmente abriga o Museu da Resistência e da Liberdade.




Peniche é a cidade mais ocidental da Europa Continental, estando implantada numa península com cerca de 10 km de perímetro.




Almoçamos um delicioso peixe bem fresco, num dos muitos restaurantes que ficam junto à Marina. Foi um dia fantástico!




Fontes explicativas: Wikipédia; https://turismodocentro.pt/; http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Fotos: Pessoais




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22/05/2022

23 Poema Renúncia de Cecília Meireles




Rama das minhas árvores altas,
deixa ir a flor! que o tempo, ao desprendê-la,
roda-a no molde de noites e de albas
onde gira e suspira cada estrela.

Deixa ir a flor! deixa-a ser asa, espaço,
ritmo, desenho, música absoluta,
dando e recuperando o corpo esparso
que, indo e vindo, se observa, e ordena, e escuta.

Falo-te, por saber o que é perder-se.
Conheço o coração da primavera.
e o dom secreto do seu sangue verde,
que num breve perfume existe e espera.

Verti para infinitos desamparos
tudo que tive no meu pensamento.
Era a flor dos instantes amargos.
Por onde anda? No abismo. Dada ao vento...


Cecília Meireles
In Viagem, 1938



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19/05/2022

28 Borragem (Borago officinalis) - Olhares de 2022




Dos meus passeios deixo hoje mais alguns olhares sobre a linda planta silvestre

Borragem (Borago officinalis)







Poderá saber mais sobre esta interessante Planta Silvestre visitando o meu post "Flores Silvestres - Borragem - Borage (Borago officinalis)"


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17/05/2022

18 Pausa - Poema de Mário Quintana






Oh! todo o sossego e lucidez das madrugadas,
quando o último grilo já parou seu canto e ainda
não se ouviu o canto do primeiro pássaro…


Mário Quintana
Caderno H





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