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sábado, 10 de março de 2018

4 Conformidade - Poema de Maria Eugênia Celso





Não são as grandes alegrias as mais belas,
As que mais nos contentam o coração,
São, por vezes – divinas bagatelas!... –
Aquelas
Que a gente não espera e que as cousas nos dão.

Um galho que floriu numa varanda,
Um incêndio de sol num vidro multicor,
O aroma que o jardim, como um presente, manda,
Uma carta encontrada,
E essa palavra branda
Que talvez não quisesse dizer nada,
Onde julgaste ver uma sombra de amor...


Maria Eugênia Celso


4 comentários:

  1. Oi Maria
    Que linda poesia!
    Fiquei sem internet
    Beijos
    Lua Singular

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  2. Maravilhoso poema querida amiga ,desejo-lhe um sábado muito feliz ,muitos beijinhos no coração felicidades

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  3. Essa generosidade que encontramos na simplicidade da vida é que aquece nossos corações.
    Abraço.

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.