domingo, 17 de setembro de 2017

Rios - Poema de Alvina Nunes Tzovenos





Rios de minh’alma
Caudalosos de amor,
Correntezas sem calma
Descolorindo-se
Às vezes em dor!

Nascentes tão puras,
Despejam venturas
Após desventuras,
Naufrágios de Amor!

Ontem turbulentos,
Hoje venturosos,
Amanhã silenciosos

...águas de sangue
...águas de luz!

Rios de minh’alma:
- desviastes tantos cursos
Buscando margens seguras ..!

Repousastes
Num eterno espraiar ...,


Alvina Nunes Tzovenos, in “Sonhos e vivencias”



3 comentários:

  1. Belíssima escolha, desta autora que desconheço, e que nos revela mais outro encantador poema... já apreciei outro dos seus poemas, num post sequente...
    Mais uma belíssima descoberta, por aqui...
    Beijinhos
    Ana

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

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