terça-feira, 25 de abril de 2017

Finita Infinidade - Poema de Emily Dickinson





há uma solidão no céu,
uma solidão no mar
e uma solidão na morte.
mas fazem todas companhia
comparadas a este local profundo,
esta polar intimidade,
uma alma que reconhece a si mesma:
finita infinidade.


Emily Dickinson



12 comentários:

  1. Lindo poema.Adorei! bjs, ótimo dia! chica

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  2. Somos parte do infinito que desconhecemos.
    Cadinho RoCo

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  3. Perfeito... É, de fato, uma finita infinidade.

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  4. Olá Maria! Belo poema, pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade.

    Beijos e uma ótima semana para ti e para os teus.

    Furtado

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  5. Oi Maria!

    Belo poema! Li e reli...
    Uma ótima semana pra você!

    Abraços, Iris

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  6. Oi Maria , como sempre textos belos no seu Blog.
    Obrigada pela visita e o carinho de passar pelo meu Blog.
    que Deus te abençoe sempre....bjs

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  7. Infinito esplêndido Maria
    E estamos todos a apreciá-lo a cada amanhecer.
    Obrigada da partilha e bons dias ,amiga

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  8. Um poema tão profundo... em poucas linhas...
    Adorei! Beijinhos
    Ana

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  9. Lindo, inspirado e profundo esse poema, abraços ternos!

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

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