sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Canção das Aves - Poema de António Correia de Oliveira



Benditos sejam os ramos
De generosa beleza
Nossa casa e nossa mesa,
E dos filhos que criamos.

De manhã, mal acordamos.
Louvamos a natureza;
Em cantos também se reza:
Eis porque tanto cantamos!

Vamos, depois, campos fora,
Chamando a fonte que chora
Refrescando a luz em brasa

Mas nada igual à alegria
De voltar, ao fim do dia,
Ao seio da nossa casa!


António Correia de Oliveira



9 comentários:

  1. Quando frequentei o Colégio dos Jesuítas eles ensinavam que o cântico era rezar duas vezes.
    Bjs, bfds

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  2. Que linda! Não conhecia! beijos,tudo de bom,ótimo fds! chica

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  3. Um bonito poema que partilha connosco!! ;))
    __
    Se, o meu coração falasse em voz alta
    *
    Beijos, e um excelente fim de semana. :)

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  4. Boa tarde Maria,
    Como vai?
    Um soneto muito bonito de António Correia de Oliveira.
    Gostei imenso.
    Um beijinho e bom fim de semana.
    Ailime

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  5. Querida amiga Maria, embora minha volta esteja aos poucos, estou amando poder regressar desta pausa indigesta mesmo com os problemas existentes...
    O lindo poema que você postou, é alem de tudo uma grande verdade, amei.
    beijinhos, abraço apertadinho e muita saúde
    Léah

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  6. La imagen preciosa bien acoplada a el poema muy sentido.

    Saludos.

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

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