quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Agora o Remedio é partir - Poema de Miguel Torga




Agora,
o remédio é partir discretamente,
sem palavras,
sem lágrimas,
sem gestos.
De que servem lamentos e protestos,
contra o destino?


Miguel Torga





14 comentários:

  1. Pois, na verdade os lamentos de nada servem...

    Isabel Sá
    http://brilhos-da-moda.blogspot.pt

    ResponderEliminar
  2. Palavras cheias de desencanto neste poema de Miguel Torga.
    E se déssemos a volta ao destino?
    Bj
    Olinda

    ResponderEliminar
  3. Tão lindo! Amei :-)

    Beijinhos e um dia feliz

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

    ResponderEliminar
  4. Miguel Torga, sempre tão humanamente lúcido...
    Um beijo.

    ResponderEliminar
  5. Lamentos e protestos não servem para nada,o destino já está traçado a todos nós.
    Lindas palavras de Miguel Torga.
    Bjs Maria Rodrigues.
    Carmen Lúcia.

    ResponderEliminar
  6. Boa tarde, Miguel Torga no seu melhor, lamentos não ajudam nem resolvem.
    AG

    ResponderEliminar
  7. Olá Maria

    No meu blog falei da minha ausência, que se vai manter por algum tempo, espero voltar em breve.

    Hoje vim deixar o meu beijinho.

    Adélia

    ResponderEliminar
  8. Que saibamos viver com toda a leveza que a vida nos concede ,muitos beijinhos felicidades

    ResponderEliminar
  9. Também acho que assim seja,
    não se deve protestar contra o destino
    com ele ninguém perdido no mundo esteja
    por isso é que o que não vejo imagino!

    Tenha uma boa noite amiga Maria, um abraço.
    Eduardo.

    ResponderEliminar
  10. O desencanto de uma certa realidade que nos persegue.
    Um abraço e bom fim de semana

    ResponderEliminar
  11. Acho a poesia dele tão bela, profunda e uma
    excelência encantadora...
    O teu bom gosto, Maria é precioso!
    Bjos.

    ResponderEliminar
  12. Belíssima a harmonia entre a escolha da imagem e palavras
    Um encanto... ainda que o tema seja o desencanto...
    Bjs
    Ana

    ResponderEliminar
  13. E o remédio foi partir, sem demora para o outro lado do Atlântico onde me encontro e de onde só partirei a 13 de Janeiro. Pedi à vida que me permitisse chegar a tempo e ela me concedeu essa graça. A vida tem sempre " a última palavra " e não adiantam protestos nem lamentações. Amiga, um poema lindíssimo que nos leva a refletir. Fica bem, Maria! Um beijinho e um bom Domingo
    Emília

    ResponderEliminar

“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.