16/02/2019

19 Riddarholmskyrkan - Estocolmo - Suécia


Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia


Da nossa visita a Estocolmo deixo Hoje:

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen


A igreja de Riddarholmen (em sueco: Riddarholmskyrkan) é a igreja onde são sepultados os monarcas da Suécia. Localiza-se no ilhéu de Riddarholmen, perto do Palácio Real, em Estocolmo, na Suécia.



Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia


A congregação da igreja foi dissolvida em 1807, sendo o templo apenas usado nos dias de hoje para comemorações e para albergar os restos mortais dos reis. Os monarcas entre Gustavo II Adolfo até Gustavo V encontram-se sepultados nesta igreja, assim como os monarcas mais antigos Magno I, Magno III e Carlos VIII. 


Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia


É um dos edifícios mais antigos de Estocolmo, datando em parte do fim do século XIII, altura da sua construção como mosteiro franciscano. Após a reforma protestante, o mosteiro foi fechado e tornado uma igreja protestante. Foi adicionado um pináculo durante o reinado de João III, que viria a arder na sequência de um relâmpago em 28 de Julho de 1835, tendo em seguida sido substituído pelo actual.

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia

Riddarholmskyrkan - Igreja Riddarholmen - Estocolmo - Suécia


Texto explicativo: Wikipedia
Fotos: Pessoais - Visita a Estocolmo

Ler o post completo

15/02/2019

20 PORTAS de MARVÃO



De um dos meus passeios deixo hoje:

Portas de Marvão







"Quando a felicidade se apresenta devemos abrir-lhe todas as portas porque jamais foi considerada inoportuna." Arthur Schopenhauer

Ler o post completo

14/02/2019

16 Feliz Dia dos Namorados - Tu - Poema de Alvina Nunes Tzovenos






Para ti, 
meu marido
namorado, 
companheiro e amigo,
Para ti, que és parte de mim, 
e dás cor e alegria aos meus dias,
Para ti meu amor, eu desejo do coração,
um Dia pleno de alegria e felicidade.
  
Que as todas as estrelas do universo,
iluminem o nosso caminhar
até ao final dos nossos dias.

Com todo o meu amor,
Maria

Em minha mocidade,
Olhando os céus
Procurei-te nas estrelas.

Onde andavas ..?
Em que paragens
Longínquas,
Além mares?

Eu só esperava ...
E uma estrela
Logo chorou ...

De repente
Criou
Alma, corpo e vida.
E descendo docemente,
Quase divinamente,
Chamou-se TU !


Alvina Nunes Tzovenos
de 'Sonhos e vivencias'






O nosso jantar do Dia dos Namorados foi um restaurante já nosso conhecido mas que gostamos imenso, trata-se do Restaurante "Agulha no Palheiro" em St. Apolónia, na Rua jardim do Tabaco em Lisboa. É um restaurante pequeno e simples, em estilo vintage, onde o atendimento é excelente e a comida  super deliciosa. Foi um jantar super agradável.




Comemorar o Amor deve ser ao longo de todos os dias do ano, mas este dia é especial, pois acaba por ser mais uma forma de nos relembrar, independentemente da nossa idade, ou dos anos de relacionamento, de como é importante manter sempre acesa a chama do amor. 


Ler o post completo

12/02/2019

12 Canção ao Mar (Mar Eterno) - Poema de Eugénio Tavares


Canção ao Mar (Mar Eterno) - Poema de Eugénio  Tavares



Oh mar eterno sem fundo,
Sem fim
Oh mar de túrbidas vagas,
Oh mar!
De ti e das bocas do mundo
A mim
Só me vem dores e pragas,
Oh mar!

Que mal te fiz,oh mar, oh mar
Que ao ver-me pões-te a arfar, a arfar
Quebrando as ondas tuas
De encontro às rochas nuas

Suspende a zanga um momento
Escuta
A voz do meu sofrimento
Na luta
Que o amor acende em meu peito
Desfeito
De tanto amar e penar, oh mar!

Que até parece oh mar, oh mar
Um coração a arfar, a arfar
Em ondas pelas fráguas
Quebrando as suas máguas
Dá-me notícias do meu amor, Amor
Que um dia os ventos do céu, Oh dor!
Nos seus braços furiosos
Levaram
E ao meu sorriso, invejosos,
Roubaram

Não mais voltou ao lar, ao lar
Não mais o vi oh mar, oh mar
Mar fria sepultura
Desta minha alma escura

Roubaste-me a luz querida
Do amor,
E me deixaste sem vida
No horror
Oh alma da tempestade
Amansa,
Não me leves a saudade
E a esperança

Que esta saudade, é quem, é quem
Me ampara tão fiel, fiel
É como a doce mãe
Suavíssima e cruel

Mas mágoas

desta aflição
Que agita
Meu infeliz coração,
Bendita,
Bendita seja a esperança
Que ainda
Lá me promete a bonança
Tão linda!


Eugénio  Tavares


Ler o post completo
Topo