Moinhos nos montes, à luz das estrelas
E à luz do luar ...
Moinhos ao vento com mastros e velas,
Quais brigues no mar.
Moinhos ao vento, quais águias cansadas
Que sobre a montanha vieram pousar;
Quem têm as asas há muito quebradas,
Não podem voar ...
Moinhos ao vento que são despedidas,
Com beijos e lenços no longe a acenar;
Moinhos ao vento que lembram ermidas
Com cruzes de velas erguidas ao ar.
Anrique Paço D’Arcos
in Poesias Completas
E à luz do luar ...
Moinhos ao vento com mastros e velas,
Quais brigues no mar.
Moinhos ao vento, quais águias cansadas
Que sobre a montanha vieram pousar;
Quem têm as asas há muito quebradas,
Não podem voar ...
Moinhos ao vento que são despedidas,
Com beijos e lenços no longe a acenar;
Moinhos ao vento que lembram ermidas
Com cruzes de velas erguidas ao ar.
Anrique Paço D’Arcos
in Poesias Completas



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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).
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