Hoje eu quero de presente
as perdas que nós tivemos
daquele encontro marcado
a que não comparecemos.
As marcas dos nossos pés
naquela estrada impedida,
os rumos daqueles passos
que jamais demos na vida.
O sonho que nem tivemos
e o que temos sem querer
ao acordarmos de sonhos
que sonhamos sem saber.
Ternuras para o consumo
das nossas almas abertas
ao instinto mais profundo
de nossas vidas desertas.
Ô! rosa que não me deste
esta flor ausente em mim
ô! o crepúsculo apagando
tão cedo no meu jardim...
Afonso Estebanez
as perdas que nós tivemos
daquele encontro marcado
a que não comparecemos.
As marcas dos nossos pés
naquela estrada impedida,
os rumos daqueles passos
que jamais demos na vida.
O sonho que nem tivemos
e o que temos sem querer
ao acordarmos de sonhos
que sonhamos sem saber.
Ternuras para o consumo
das nossas almas abertas
ao instinto mais profundo
de nossas vidas desertas.
Ô! rosa que não me deste
esta flor ausente em mim
ô! o crepúsculo apagando
tão cedo no meu jardim...
Afonso Estebanez


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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).
Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.