08/02/2015

10 Hobbiton (Vila dos Hobbits) - Nova Zelândia



Hobbiton é um parque privado localizado na região de Matamata na Nova Zelândia.


Foto: ellinorbergman.deviantart.com

Foto: ellinorbergman.deviantart.com

Foto: wolfblueeyes.deviantart.com
 
Foto: wolfblueeyes.deviantart.com


Cenário do filme "O senhor dos aneis", pode ser visitado através de uma fascinante visita guiada que dura cerca de duas horas.


Foto: aroha-photography.deviantart.com

Foto: vigshane.deviantart.com


Não sendo possível ir visitar ao "vivo", convido todos os que gostam de conhecer novos locais e que como eu, não se podem aí deslocar, a fazer uma visitinha virtual apreciando belissimas imagens.

Portas azuis .... da côr do céu


Foto: joshk92.deviantart.com

Foto: aroha-photography.deviantart.com



Amarelas da côr do sol


Foto: aroha-photography.deviantart.com


Foto: www.desktopwallpapers4.me

No interior ....

Foto: hdw.eweb4.com

Foto: wide-wallpapers.net

Foto: hdw.eweb4.com


A vila dos hobbits é realmente um lugar incrível e único.


Foto: weknowmemes.com

Foto: wolfblueeyes.deviantart.com
 
Fontes e Fotos: http://www.hobbitontours.com/; http://www.desktopwallpapers4.me/; http://destinations-for-travelers.blogspot.pt/2013/05/hobbiton-village-of-hobbits-new-zealand.html; http://weknowmemes.com; http://joshk92.deviantart.com; http://vigshane.deviantart.com; wolfblueeyes.deviantart.com;  irissiel.deviantart.com; outros Net


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07/02/2015

21 Muitos Parabéns Mãezinha





Hoje a minha Mãezinha faz 88 anos, gostaria de ter mil palavras bonitas para dizer, desejar um milião de felicidades, enfim, o que desejamos normalmente num aniversário, mas sinceramente, hoje faltam-me as palavras, elas foram fugindo com o tempo e vai ficando  no seu lugar a saudade, a dor e a tristeza.

Saudade, de outros tempos em que tudo era possivel partilhar com a minha mãe, saudade de a ver "refilar" comigo, saudade de a ver sorrir, saudade de poder conversar com ela, saudade a ver bem.

Dor, de a ver tão doente, tão  frágil, tão demente, tão longe do que ela era.

Tristeza, principalmente por não poder fazer mais nada para a ajudar. Apenas posso continuar a dar todo o meu carinho e amor, mas sinto que é tão pouco para o que ela necessita.

É muito bom tê-la ainda comigo fisicamente, mas envelhecer assim é tão doloroso, tão sofrido, tão triste. Durante a semana tento ir vê-la sempre que me é possível, e todas as vezes venho com o coração partido e alma dilacerada, e penso ... meu Deus, o que nós fomos e ao que nós chegamos....

Hoje apenas posso pedir a Deus que a acompanhe, para que ela não tenha dores, esteja confortável e embora para mim seja bem mais dificil, agradeço ela neste momento estar no seu "próprio mundo", pelo menos, não sofre por ver a sua tão grande debilidade.

Que o seu dia seja de PAZ e Serenidade.





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04/02/2015

8 A força dos nossos pés





Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão dentro de mim, que poderia caminhar por ti.

Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.

Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada. Nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. Isso seria eternamente minha responsabilidade.

E foi assim durante um bom tempo. Caminhei por ti e para ti.

Então, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias.

Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus e, quando eu menos esperava, eles escorregaram e alcançaram o solo.

Hoje sou obrigado a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só consigo raríssimas vezes.

Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e, em certos momentos, teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.

Atualmente assisto aos teus tropeços sempre pronto a levantar-te das tuas quedas.

Por vezes, tu me estendes as mãos em busca de socorro.

Outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantares sozinho para me provar que já és capaz de te erguer, após teus tombos e curares as próprias feridas.

Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para te conduzir, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés do que sobre o meu coração.

No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.

Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisarias mesmo desbravar teus caminhos independente de mim.

Como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.

Claro que não é uma tarefa fácil. Mas se eu consegui, tu também conseguirás porque plantei em teu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso: o amor.

Autor: desconhecido

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03/02/2015

6 Cisnes Brancos - Poema de Alphonsus de Guimaraens


Ó cisnes brancos, cisnes brancos,
Porque viestes, se era tão tarde?
O sol não beija mais os flancos
Da Montanha onde mora a tarde.

Ó cisnes brancos, dolorida
Minh’alma sente dores novas.
Cheguei à terra prometida:
É um deserto cheio de covas.

Voai para outras risonhas plagas,
Cisnes brancos! Sede felizes...
Deixai-me só com as minhas chagas,
E só com as minhas cicatrizes.

Venham as aves agoireiras,
De risada que esfria os ossos...
Minh’alma, cheia de caveiras,
Está branca de padre-nossos.

Queimando a carne como brasas,
Venham as tentações daninhas,
Que eu lhes porei, bem sob asas,
A alma cheia de ladainhas.

Ó cisnes brancos, cisnes brancos,
Doce afago da alva plumagem!
Minh’alma morre aos solavancos
Nesta medonha carruagem...

Quando chegaste, os violoncelos
Que andam no ar cantaram no hinos.
Estrelaram-se todos os castelos,
E até nas nuvens repicaram sinos.

Foram-se as brancas horas sem rumo,
Tanto sonhadas! Ainda, ainda
Hoje os meus pobres versos perfumo
Com os beijos santos da tua vinda.

Quando te foste, estalaram cordas
Nos violoncelos e nas harpas...
E anjos disseram: - Não mais acordas,
Lírio nascido nas escarpas!

Sinos dobraram no céu e escuto
Dobres eternos na minha ermida.
E os pobres versos ainda hoje enluto
Com os beijos santos da despedida.


Alphonsus de Guimaraens


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