quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Canção - Poema de Gilberto Mendonça Teles





As horas dançam no tempo
e o tempo, na madrugada.

Do cimo da vida, apenas

vejo a poeira na estrada.

Meus rastros viraram pedras

na terra do antigamente.

E as horas morrem no tempo

como o tempo, no poente.


Gilberto Mendonça Teles - Planície “in” Hora Aberta



12 comentários:

  1. Great poem and nice fantasia of image :)

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  2. Boa tarde:- Simplesmente magistral
    .
    Cumprimntos

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  3. Lindo poema, com uma mensagem muitíssimo profunda!...
    Um beijinho

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  4. "E as horas morrem no tempo
    como o tempo, no poente."
    Que belo poema! Vou pesquisar mais sobre o poeta.
    Obrigada Maria.
    Beijo.

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  5. Thank you for sharing the image and poem :)

    All the best Jan

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  6. Um poema belíssimo! Desconhecia o autor...
    Beijinhos
    Ana

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.

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