16/11/2011

7 Preservar a vida Animal - Zebra-de-grevy


A história da Vida na Terra é uma história de extinções, estas extinções naturais ocorrem, no entanto, ao longo de períodos relativamente longos, permitindo a evolução de novas formas de vida. Muitos animais evoluíram e depois extinguiram-se e o seu lugar na natureza é então ocupado por outro grupo de animais. Isto não é o que acontece na actualidade, com a ajuda do Homem!


Penso que é importante ir sempre “passando” a mensagem da importância de preservarmos a Natureza, a vida selvagem, o ambiente, “O nosso magnifico Planeta”.

A extinção é o desaparecimento irreversível de espécies e acontece quando o último animal de uma determinada espécie morre.

Hoje
Zebra-de-grevy

Foto: Net

Nome Científico: Equus grevyi
Ordem: PERISSODACTYLA
Família: Equidae

Distribuição e Habitat :
Vivem em savanas e zonas semi-áridas, no Quénia, na Etiópia e na Somália.

Identificação:
Das três espécies de zebras existentes, a zebra-de-grevy é a que tem maiores dimensões. A pelagem apresenta riscas negras, relativamente estreitas, sobre um fundo branco. As riscas não cobrem a região ventral do corpo e curvam sobre as coxas mas não alargam. As riscas das zebras apresentam dimensão e padrão variáveis de espécie para espécie e entre os próprios indivíduos. São, aliás, uma forma de reconhecimento, especialmente entre mãe e cria. Todos os animais têm um padrão diferente, que as distingue como, entre os humanos, acontece com a impressão digital.

                  Zebra-comum                                                                Zebra-de-grevy
Foto: Net

Hábitos:
Têm uma organização social muito bem definida e diferente da das outras zebras: podem observar-se grupos de machos, de fêmeas, mistos e ainda animais solitários de ambos os sexos. Mas, dentro de cada território estabelecido, apenas o macho dominante pode acasalar, embora permita a entrada nos seus domínios de outros machos, que persegue de uma forma ritual ao longo de curtas distâncias, normalmente em trajectória circular. As associações entre adultos são efémeras, ao contrário do que acontece com as outras zebras. A única relação estável é a da fêmea com a sua cria, que permanece com a mãe até aos dois anos de idade. Nos anos de precipitação abundante, permanecem no mesmo território. Nos anos mais secos, juntam-se em grandes grupos e realizam migrações até aos aquíferos permanentes. As zebras são excelentes corredoras e muito resistentes, conseguindo correr longas distâncias sem se cansarem nem abrandarem o passo.

Foto: Net

Alimentação:
Alimentam-se de herbáceas.

Reprodução:
A época de acasalamento depende da localização geográfica. O período de gestação é de 358 a 438 dias, após os quais nasce uma cria, que é amamentada até aos seis a oito meses de idade. As crias já nascem com as características listas pretas, embora sobre um fundo acastanhado e conseguem pôr-se logo de pé, estando aptas a correr quase à mesma velocidade da mãe muito pouco tempo após o nascimento. Atingem a maturidade sexual com três anos de idade, mas os machos não conseguem geralmente acasalar antes dos seis anos de idade.

Foto: Net

Estatuto de conservação e principais ameaças:
É uma espécie em perigo (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Actualmente, a espécie encontra-se protegida e pensa-se que existem 10 000 a 15 000 indivíduos, mas a destruição do seu habitat devido ao aumento de explorações agro-pecuárias e aos projectos de irrigação no Quénia, que limitam o fluxo de água, constituem factores de ameaça importantes.


Fontes: Wikipedia; Portlasaofrancisco; treknature; http://bicharada.net/; http://www.naturlink.pt/; Enciclopédia a Vida Animal; outros

Há que compreender a importância de cada organismo na complexa e maravilhosa teia da Vida na Terra e Nunca nos devemos esquecer que A extinção é para sempre !


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15/11/2011

13 Penacova


No nosso país existem locais encantadores, nem sempre é possível visitá-los fisicamente, mas podemos sempre conhecê-los através de fotografias. Hoje vamos divagar por Penacova.

Foto: “Penacova Acervo fotográfico”


Penacova é uma vila no Distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Baixo Mondego, localizada numa área de grande beleza natural, onde os vales e montanhas recortados pelos rios Mondego e Alba encantam o olhar.


Foto:Panoramio_Joao Carreira


A referência mais antiga a Penacova remonta a 911, data em que se reconheceu Idris, como legítimo proprietário de Vila Cova. Mas as referências registadas em documentos históricos dão nota de que: em 936, é feita a demarcação entre as duas Vilas Covas e Alquinitia; em 1036, sob o domínio muçulmano, é doada ao Mosteiro da Vacariça uma casa localizada no Castelo de Penacova; em 1105 são relatadas contendas entre os homens do Mosteiro de Lorvão e os moradores do castelo, que seriam harmonizadas por D. Henrique.


Foto: postaisportugal.canalblog


O primeiro foral atribuído a Penacova é da autoria de D. Sancho I, em 1192. Documento esse que foi confirmado a 06 de Novembro de 1217, por Afonso II.

Novo foral foi atribuído por D. Manuel em 1513. Em 1605, no reinado de D. Filipe II, foi elevada à categoria de Concelho.

A palavra Penacova é o resultado da aglutinação dos termos Pen – vocábulo cantábrico que deu origem à palavra penha e que significa monte, rochedo – e Cova, pelo facto da eminência rochosa se erguer de um vale profundo.

Alguns dos seus Pontos de Interesse:

■ Igreja Matriz de Penacova / Igreja de Nossa Senhora da Assunção
Edifício dos séc. XVI e XVII de tipologia renascentista. Possui um adro ajardinado, a partir do qual é possível vislumbrar uma grande área envolvente. É dedicada a Nossa Senhora da Assunção, a actual Igreja Matriz de Penacova foi alvo de profunda reforma arquitectónica na segunda metade do séc. XVI.

■ Mosteiro de Lorvão em Penacova
É um dos mais antigos Mosteiro da Europa, os primeiros documentos conhecidos relativos ao Mosteiro de Lorvão datam de 878. Por volta do ano de 1200, o Mosteiro foi reformado para a Ordem de Cister, por D. Teresa, filha de D. Sancho I, passando para congregação feminina, encontrando-se na Capela-Mor da igreja os seus restos mortais.


Foto: skyscrapercity_DanielPortugal


■ Miradouro de Penacova
Também conhecido por Mirante Emydgio da Silva (ou Emídio da Silva), a quem ficou a dever-se a a ideia da construção deste local, foi projectado pelo italiano Nicolau Bigaglia, tendo sido construído no século XX. Foi inaugurado em 1908 e as colunas de pedra foram trazidas do Mosteiro de Lorvão. Dele se avista uma paisagem magnífica sobre o Mondego.

■ Moinhos e Azenhas
A localização geográfica, a altitude e a existência de zonas ventosas propiciaram que os habitantes do concelho de Penacova aproveitassem a força da natureza, construindo Moinhos quer movidos pelo vento (Moinhos de Vento) ou pela força da água (Azenhas). Penacova é, um dos concelhos com maior número de Moinhos de todo o país.


Foto: Panoramio_nrrsousa


■ Artesanato
No artesanato de Penacova é de salientar produção artesanal artigos de madeira representativos do património do Concelho e a manufactura de palitos, tendo sido esta arte iniciada no Mosteiro do Lorvão, pelas freiras para decorar bolos e doces. Há dois tipos de palitos: "Pá e Bico" e "flor e pestana". Com a madeira do salgueiro, os artesãos fazem vários artefactos, tais como: moinhos, rocas, barcas tradicionais do rio Mondego, presépios, palmeiras, canetas. As peças são esculpidas em madeira com o auxílio de um canivete.


Foto: http://www.maispenacova.com/


Poderá ver este post completo no meu blogue de Viagens " Viajar é Alargar os Nossos Horizontes" em : Penacova


Vá visitar, Vale a pena!


Fontes e Fotos: Wikipedia; http://www.freguesiasjuntas.net/Coimbra/Penacova/Penacova/Historia; http://portugal.rotasturisticas.com/; http://www.cm-penacova.pt/; Olhares; Trekearth; email; http://postaisportugal.canalblog.com/; http://penacovacervofotografico.blogspot.com/; http://www.maispenacova.com; outros


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14/11/2011

16 Ao Vento - Florbela Espanca




O vento passa a rir, torna a passar,
Em gargalhadas ásperas de demente;
E esta minh’alma trágica e doente
Não sabe se há-de rir, se há-de chorar!

Vento de voz tristonha, voz plangente,
Vento que ris de mim sempre a troçar,
Vento que ris do mundo e do amor,
A tua voz tortura toda a gente! ...

Vale-te mais chorar, meu pobre amigo!
Desabafa essa dor a sós comigo,
E não rias assim ! ... Ó vento, chora!

Que eu bem conheço, amigo, esse fadário
Do nosso peito ser como um Calvário,
e a gente andar a rir pla vida fora!! ...

Florbela Espanca


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13/11/2011

23 Deixa Deus Entrar


Deixa Deus entrar na tua própria casa
Deixa-te tocar pela Sua graça
Dentro, no segredo, reza-lhe sem medo:
Senhor, Senhor!
Que queres que eu faça


Só no fundo do ser eu vou encontrar
As razões de viver, as razões de amar
É bem dentro de nós que está a raiz
Que nos faz amar e ser feliz.


Deixa Deus entrar na tua própria casa
Deixa-te tocar pela Sua graça
Dentro, no segredo, reza-lhe sem medo:
Senhor, Senhor!
Que queres que eu faça


Tanta coisa me impede de O escutar
Me desvia da meta que me propus
Vou ter a coragem de O deixar entrar
Vou seguir o clarão da Sua luz.


Deixa Deus entrar na tua própria casa
Deixa-te tocar pela Sua graça
Dentro, no segredo, reza-lhe sem medo:
Senhor, Senhor!
Que queres que eu faça


Vou consentir que Seu olhar de amor
Se fixe em mim e eu me deixe olhar
Eu vou-me abrir num acto livre ao Senhor
Eu vou ser de Deus e vou deixá-lo entrar.


Cântigo Religioso

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