06/04/2026

Noite Poema de Manuel da Fonseca





Milhões de barcos perdidos no mar!
Perdidos na noite!
As velas rasgadas de todos os ventos
Os lemes sem tino
vogando ao acaso
roçando no fundo
subindo a vaga
tocando as rochas!
E quantos e quantos naufragando...

Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!
Quem?!


Manuel da Fonseca
in Obra Poética. Lisboa, Editorial Caminho




14 comentários:

  1. The poem is wonderful and the picture is perfect. Happy Easter.

    ResponderEliminar
  2. A imagem fala por si e a poesia a completa... Linda semana! beijos, chica

    ResponderEliminar
  3. That is a beautiful poem, yet sad with a few questions.

    ResponderEliminar
  4. Beautiflu poem and art. Have a nice day.

    ResponderEliminar
  5. Excelente escolha poética.
    Obrigado pela partilha.
    Minha querida amiga, tenha uma boa semana.
    Beijos.

    ResponderEliminar
  6. Un bonito poema dedicado a todos aquellos marineros que dejaron su vida en la mar o el mar como se prefiera.

    Saludos.

    ResponderEliminar
  7. Oh, such a vibrant scene in the visual and the poem. Awesome!

    ResponderEliminar
  8. Wonderful poetry with this beautiful pic 💙

    ResponderEliminar

  9. I'm stopping by to wish you a wonderful new week.

    ResponderEliminar
  10. Me hipnotiza el mar, pero a la vez me asusta.
    Me gusta tu poesía y la representación de la pintura.
    Un abrazo, Maria.
    Necesito tu apoyo a mi última entrada.

    ResponderEliminar
  11. Pensar en ese viaje...viajé mucho por el mar
    era entretenido y nunca tanto en tormentas...

    ResponderEliminar

“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

Obrigado pela sua visita e pelo carinho que demonstrou, ao dispensar um pouco do seu tempo, deixando aqui no meu humilde cantinho, um pouco de si através da sua mensagem.

Topo