segunda-feira, 21 de abril de 2014

9 Fresias - Uma Flôr Simples e Bela




De cores vivas as flores das Frésias encantam o nosso olhar. Os seus cachos de flores exalam um perfume agradável, sendo as frésias brancas consideradas as mais perfumadas.


Foto: wallpaperscraft.com


O nome do seu género deriva do naturalista alemão Friedrich Heinrich Theodor Freese, que viveu no séc. XIX. As freesias são um símbolo de vários sentimentos.

A flor amarela tradicional significa principalmente amizade, enquanto a branca é usado como uma expressão de inocência.


Foto: www.theflowersavenue.com


São originárias da África do Sul, mas cultivadas nos jardins do mundo inteiro. Existem 16 espécies no gênero Freesia.


Foto: www.pacificbulbsociety.org


A freesia, frésia ou junquilho é um gênero da família das Iridáceas. São plantas perenes bulbosa de altura até 30 cm, não ramificada.

As suas flores estão dispostas alinhadas em pedúnculo recurvado e iniciam o florescimento pela primeira flor de base, até a ponta.


Foto: www.hdwpapers.com


Cada haste produz até 10 flores.


Foto: www.bulbsdirect.com


As flores das fresias apresentam diversas cores, geralmente fortes e vivas, que vão desde um azul puro, passam pelo púrpura e chegam ao branco. Aparecem na primavera e no inverno.

Podem ser cultivadas em canteiros, bordaduras, pequenos maciços, em jardineiras e vasos.


Foto: www.thompson-morgan.com


Solo: deve ser fértil, solto, leve, rico em adubação orgânica.

Regas: Regar uma vez por semana de forma bem moderada durante o primeiro mês de cultivo. Depois suspender a rega.

Luz e Temperatura: Devem ser cultivadas sob sol ou meia-sombra. Apreciam o clima ameno, resistem ao frio mas não às geadas .

São flores lindas com um perfume agradável e uma estética delicada e frágil.

Fontes e Fotos: Wikipedia; http://www.mundodeflores.com/; http://www.loja.jardicentro.pt/; http://en.wikipedia.org/; http://www.floresnaweb.com/; http://www.plantasonya.com.br/; www.humwseeds.com; masterofhort.com; www.droidforums.net; gardenweb.com; www.photos-public-domain.com; wallpaperscraft.com; www.1zoom.net; www.bulbsdirect.com; pt.forwallpaper.com; outros net.

Foto: www.1zoom.net


" Quando as palavras fogem, as flores falam.” (Bruce W. Currie)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

15 Entre brumas ... Um divagar pela ... Solidão


Há dias em que sentimos com mais intensidade o fardo da solidão.
À medida que nos elevamos, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentamos a solidão dos cimos e uma profunda tristeza nos dilacera a alma sensível. 




Onde se encontram os que sorriam connosco no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que nos buscavam no aconchego das horas de fantasia?
Onde se acolhem aqueles com quem partilhavamos o pão e o sonho, nas aventuras felizes do início?
Por certo, ficaram...
Ficaram no vale, voando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
Em torno de nós, a claridade, mas também o silêncio...
Dentro de nós, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não sermos compreendidos...
Nossa voz grita sem eco e o nosso anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente subimos, que ouvidos nos poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os nossos ideais de altura? 




Choramos, indagamos e sofremos...
Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho. 




Não nos cansemos de aprender a ciência da elevação.
Lembremo-nos do Senhor Jesus que escalou o Calvário, com a cruz aos ombros feridos. Ninguém O seguiu na morte afrontosa, à excepção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Não relacionemos os bens que, porventura, já houvermos espalhado.
Confiemos no infinito bem que nos aguarda. 




Não esperemos pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento.
E não nos esqueçamos que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo da Humanidade não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
O sacrifício na cruz é a mais bela lição de resignação que o Mestre nos legou.
Sem nenhuma imposição conclamou-nos: Quem quiser vir após Mim, tome a sua cruz, negue a si mesmo e siga-Me.
O que equivale a dizer que tomemos a cruz dos nossos sofrimentos com abnegação, e escalemos a montanha da ascensão espiritual, confiantes Naquele que nos fez o convite.
E, embora com os pés sangrando, ao chegarmos no topo do monte, depararemos com a planície florida e a estrada iluminada que nos conduzirá ao Mestre.

Recordemo-Lo portanto, e sigamo-Lo... 




Texto do SITE: Momento de Reflexão
Fotos: Net e Composição Pessoal




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