sábado, 30 de setembro de 2017

KYOTO - Passeando por Gion




Gion é concerteza um dos distritos mais conhecidos de Kyoto, pelas suas tradicionais casas de chá - Ochayas e pelas gueixas ou geiko (como se autodenominam em Gion), mulheres que estudam a tradição milenar da arte, dança e canto, e se caracterizam distintamente pelos trajes e maquilhagem tradicionais. As jovens aprendizes de gueixa são chamadas maiko. Gion, teve a sua origem na idade média e fica mesmo em frente ao Santuário Yasaka Shrine.






O distrito foi construído para acomodar as necessidades dos viajantes e visitantes para o santuário. Eventualmente evoluiu para se tornar um dos mais exclusivos e bem conhecidos distritos de gueixas em todo o Japão. O termo Gion está relacionado com Jetavana. 




As ruas são lindas, bem cuidadas e com aspeto tradicional.






Já estava no final do dia e a nossa princesinha acabou por adormecer.







Passamos pelo Kennin-ji, um histórico templo Zen budista. É considerado um dos chamados Kyoto Gozan ou seja "um dos cinco mais importantes templos Zen de Kyoto". Foi fundado em 1202 pelo monge Eisai. No início, o templo praticava uma mistura de Tendai, Shingon e Budismo Zen, mas durante o mandato do 11 º abade, Kenninji converteu-se num templo puramente Zen.







Já mesmo ao entardecer começamos a regressar ao hotel.




Fotos: Pessoais
Texto explicativo: Wikipedia


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Búzio - Poema de Federico Garcia Lorca





Trouxeram-me um búzio.

Dentro dele canta
um mar de mapa.
Meu coração enche-se de água
com peixinhos
de sombra e prata.

Trouxeram-me um búzio.


Federico Garcia Lorca


Jantar de Anos do PEDRO no Restaurante "LOCO"




Este ano no aniversário do Pedro fomos jantar ao Restaurante "LOCO", que fica na Rua dos Navegantes em Lisboa, mesmo ao lado da Basílica da Estrela.




O Restaurante do Chef Alexandre Silva, é elegante, acolhedor e diferente, começando a diferença logo à entrada onde se encontra uma linda oliveira suspensa e pelo fato da cozinha ser completamente aberta, podendo os clientes observar a confeção e preparação dos pratos.






Existem apenas dois Menus de degustação à escolha, um de 14 e outro com um mínimo de 18 momentos, ambos são servidos em 4 andamentos: snacks, pão, pratos principais e sobremesas. Como pretendíamos uma experiência completa escolhemos o de 18 momentos, o Menu "Loco".





O pão tão tradicional nas nossas refeições, também estava apresente. Feito no próprio restaurante, era divinal.




Quando chegou o momento do café foi outra agradável surpresa. Preparado junto à mesa, era café de balão sendo a mistura de lotes feita pelos elementos da equipa, era muito aromático e delicioso.




Depois do café, foi trazida uma antiga caixa de costura em madeira, da qual foram retirados vários bolinhos que nos iam sendo apresentados.


 


 Terminámos com umas deliciosas bolas de berlim com gelado de doce de ovo.




O restaurante "LOCO", foi escolhido pelo Pedro e foi realmente uma excelente seleção, pela surpreendente combinação de sabores, pela criatividade e apresentação dos pratos e pelo profissionalismo e simpatia de quem servia, indo inclusivamente o Chef Alexandre várias vezes à mesa servir e explicar os pratos.

Antes de virmos embora, pedi se podíamos cumprimentar e tirar uma fotografia com o Chef Alexandre, ao que ele  pronta e simpaticamente acedeu.





Pontuação máxima para este incrível espaço e para toda a sua brilhante equipa de profissionais.




Para saber mais informações ou reservar um jantar, poderá visitar o seu Site Oficial: Restaurante "LOCO"



Ausência - Poema de Carlos Drummond de Andrade





Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Carlos Drummond de Andrade



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Concerto no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos




No domingo passado fomos assistir a um Concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos.




Foi o Concerto Inaugural da temporada 2017/2018



Obras de:
Ludwig van Beethoven Abertura Egmont,
Magnus Lindberg Concerto para Violoncelo e Orquestra N.º 2
Igor Stravinsky Suíte do bailado O Pássaro de Fogo

Maestro Pedro Amaral




O concerto era só às 20 horas mas fomos mais cedo para levantar os bilhetes e aproveitámos para visitar os claustros. Os pormenores dessa visita irei mostrar futuramente, hoje deixo apenas alguns dos meus olhares.










Depois de visitarmos os claustros saímos e fomos lanchar. Quando voltamos para assistir ao concerto já estava a entardecer.





Um concerto lindo e um local tão especial tornaram o nosso serão espetacular.





"A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição." Aristóteles