terça-feira, 1 de setembro de 2015

Veneza - Poema de Friedrich Nietzsche






Sobre a ponte eu estava,

Há dias, na noite cinzenta
Ao longe ouvi uma canção:
Ela pingava gotas de ouro.
Pela superfície trémula
Gôndolas, luzes, música -
Ébria ela nadou para a escuridão…
Minha alma, um alaúde,
cantou a si, invisível e ferida,
uma canção veneziana, e segredou,
trémula de ventura colorida.
Será que alguém a escutou?


Friedrich Nietzsche

7 comentários:

  1. Gostei muito das imagens e do poema.
    um beijinho e uma boa semana
    Gábi

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  2. Oi maria!
    Que belo poema!
    Eu não conhecia Friedrich Nietzsche, mas fiquei curiosa p/saber mais sobre ele.
    Bjsss amiga e uma semana linda e abençoada p/vcs

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  3. Maria, olá...vim agradecer o carinho da visita e comentário, assim como, me encantar com seu maravilhoso blog...tudo tão lindo por aqui, meus sinceros parabéns pela enorme sensibilidade! abraços, ania (seguirei vc!)

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  4. Sempre poemas lindos! Adorei.

    Beijos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  5. Um poema bem reflexivo e instigante...
    Há canções muito lindas, que trazem força e refrigério!...
    "Ao longe ouvi uma canção: Ela pingava gotas de ouro."

    Beijinhos

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós” (Antoine de Saint-Exupery).

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